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Bolsa de Valores de São Paulo reabre e opera em queda

Às 14h25, a bolsa operava aos 37.412 pontos

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) reabriu, às 15h em queda de 9,92%, aos 37.443 pontos, após o circuit breaker, mecanismo acionado às 14h25, quando a bolsa operava em queda de 10%. Na reabertura, o volume negociado estava em R$ 4,118 bilhões.

Às 14h25, a bolsa operava aos 37.412 pontos e o volume negociado estava em R$ 4,127 bilhões. A interrupção, chamada de circuit breaker, é feita toda vez que o pregão apresenta queda de 10% ou mais e consiste em suspender os negócios por 30 minutos, de modo a acalmar os investidores.

Antes do fechamento, as ações em alta eram Aracruz PNB (+3,37%) e Lojas Renner (+0,55%). Em baixa, Vale do Rio Doce ON ( -18,73%), Bradespar PN (-18%) e Sabesp (-16,40%). (Fonte: Agência Brasil)

Planos anticrise impulsionam alta na Bovespa

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) segue a reação positiva dos mercados internacionais e  faz um pregão de recuperação nesta segunda-feira (13). Depois da pior semana que os mercados já viveram desde o início da crise financeira atual, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, subia 9,50%, aos 38.993 pontos às 12h59.

Acompanhe os indicadores do mercado
Os investidores reagem bem a uma série de medidas anunciadas em vários países para tentar conter a sangria dos mercados financeiros.

Ajuda européia
No domingo, países da zona do euro se comprometeram a ajudar bancos, o que já se reverteu em medidas anunciadas no mesmo dia por Portugal, Noruega e Emirados Árabes.

Já nesta segunda foi a vez de mais três países ajudarem suas instituições afetadas pela crise: a Grã-Bretanha divulgou a injeção de US$ 63 bilhões em três instituições; na França, foram 360 bilhões de euros; na Alemanha, o plano terá US$ 655 bilhões.

BCs atuantes
Ação coordenada dos BCs também promete injetar bilhões de dólares no mercado, por meio de um programa de liberação de todos os depósitos compulsórios sobre depósitos a prazo, cuja alíquota é de 15%, sobre depósitos interfinanceiros (leasing) e sobre a alíquota adicional de 5% de depósitos à vista e a prazo.



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