





Os dois principais dirigentes nacionais do PSDB desembarcaram em Uberaba para pedir votos para o candidato a prefeito da legenda, Fahim Sawan, e afirmaram que suas presenças na cidade espelham um sentimento generalizado no Brasil.
“A eleição de Uberaba está sendo observada com atenção redobrada”, afirmaram o senador pernambucano Sérgio Guerra e o deputado federal mineiro Rodrigo de Castro, presidente e secretário-geral do PSDB, respectivamente.
De acordo com os dois tucanos, o que desperta o interesse pelo processo eleitoral de Uberaba é o embate entre o candidato de ficha suja com o candidato de vida limpa.
“De um lado está o atual prefeito, ex-ministro, réu em ação penal no Supremo Tribunal Federal, e de outro lado está o Fahim, um homem de vida sem mácula, com um projeto de governo, que tem um passado e um presente limpos e uma perspectiva de um futuro para melhorar a cidade” – comparou Sérgio Guerra.
A LUTA - “Eu acho que aqui, em Uberaba, está sendo travada uma luta que interessa a todos nós, brasileiros. O eleitorado uberabense vai dizer nas urnas se quer sua cidade, seu estado e seu país sendo governado com capacidade, competência, transparência, e honradez. Ou se deseja continuar com governantes de péssima conduta”, afirmou o presidente do PSDB.
Felizmente, segundo ele, os sinais que notou na cidade “são otimistas”.
Sérgio Guerra e Rodrigo de Castro fizeram caminhada ao lado de Fahim pelas ruas do centro da cidade e gravaram para o horário eleitoral gratuito.
O APOIO – O secretário-geral do PSDB afirmou ainda, que a vitória de Fahim tem importância especial para o projeto político do governador Aécio Neves, também tucano, e eventual candidato a presidente da República em 2010.
“Fahim é da confiança do governador, tem grandes projetos para Uberaba já discutidos e acordados com Aécio, e eu tenho certeza de que, com Fahim na prefeitura, a cidade vai conquistar uma qualidade de vida nunca antes vivenciada”, disse Rodrigo de Castro.
“O país quer saber se o eleitorado de Uberaba quer um
governante de vida limpa ou um governante de ficha suja”